A sede da SSP foi implodida em Porto Alegre por oito meses após o incêndio; VÍDEO | Rio Grande do Sul

A antiga sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Rio Grande do Sul foi implodiu às 9h da manhã deste domingo (6). Bastarão sete segundos para colocar abaixo da propriedade que ardeu há quase oito meses, na noite de 14 de julho de 2021.

A operação começou nas primeiras horas do dia, com o isolamento de um raio de 300 m na região central da cidade. Ruas e avenidas estão bloqueadas, forçando ou desviando o trânsito e alterando temporariamente o funcionamento da Estação Rodoviária. A liberação do meio ambiente deve ocorrer às 12h.

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Redação RS: Sede da SSP foi implodida em Porto Alegre por oito meses após o incêndio

Redação RS: Sede da SSP foi implodida em Porto Alegre por oito meses após o incêndio

Formulários Necessários 200kg de explosivos demolir os nove andares do prédio construído na década de 1970. A implosão estava próxima 20 mil toneladas de entulho. O processo ao todo, além da limpeza da área, creme R$ 3,1 milhões o estado.

Após a implosão, o ex-governador e secretário de Segurança Pública Ranolfo Vieira Jr. e o engenheiro responsável pela implosão, Manoel Jorge Diniz Dias, da Empresa de Demolição do FBI, viram as 20 mil toneladas de entulho que ficaram no terreno. Em segundo lugar para massas, Não houve danos externos.

“No final do mês, queremos ter uma definição do que vai ser feio com a área”, diz Ranolfo.

Uma pequena parte do imóvel não foi destruída na implosão e, portanto, será demolida de forma convencional, com máquinas e cordas entre domingo e a segunda feira (7).

Confira o vídeo da implosão da sede da SSP em câmera lenta

Confira o vídeo da implosão da sede da SSP em câmera lenta

Sede da SSP sendo implodida em Porto Alegre — Foto: Reprodução / RBS TV

Sede da SSP implodida — Foto: Reprodução / RBS TV

Poeira dois entulhos da propriedade SSP — Foto: Reprodução/RBS TV

O prédio, originalmente, cobria a Rede Ferroviária Federal (RFFSA). Após a privatização do estado, a SSP assumiu ou controlou a propriedade em 2002.

O fogo começou na noite de uma quarta-feira, 14 de julho de 2021. O fogo teria começado no quarto andar do prédio, em um setor da Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe). Em apoio à Polícia Civil, servidores relataram que tentaram desligar as meninas com extintores, sem sucesso.

Incêndio na sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP), em Porto Alegre — Foto: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini

Durante o trabalho de combate com as meninas, parte da estrutura foi quebrada, deixando dois bombeiros desaparecidos. Como procura os agentes, ou o Tenente Deroci de Almeida da Costa ou o Sargento Lúcio Ubirajara de Freitas Munhós, vão durar uma semana.

Na noite de 21 de julho, o corpo de Tenente Deroci foi encontrado pelas equipes de busca. Horas depois, os bombeiros localizaram o corpo do sargento Munhós.

Incêndio nas dependências da Secretaria de Segurança Pública do RS, em Porto Alegre

Incêndio nas dependências da Secretaria de Segurança Pública do RS, em Porto Alegre

Os corpos foram velados em um batalhão do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), em Porto Alegre, no dia seguinte, e, imediatamente, cremados.

“Estas são as expressões para a entrega de dois dos nossos servidores da Segurança Pública, este é o nome da missão em que juraram colocar a própria vida em risco para salvar outras vidas”, disse o governador Eduardo Leite durante o velório.

Os bombeiros Deroci de Almeida da Costa e Lúcio Ubirajara de Freitas Munhós estão desaparecidos após um incêndio na propriedade da SSP-RS — Foto: CBMRS/Divulgação; Rodrigo Ziebell/Ascom GVG

Polícia investiga as causas do incêndio ação penal arquivadabem como Eu considerei que não houve ato culposo, quando algo acontece sem intenção, mas com culpa, ou seja, imprudência, incompetência ou negligência. A investigação terminou sem provas.

Um prémio produzido pelo Instituto-Geral de Perícias (IGP) apontou que a causa mais comprovada do incêndio foi um fenómeno termoelétrico, do tipo sobrecarga e/ou curto circuito, em alguns equipamentos eletroeletrônicos. No entanto, a destruição na região de onde veio o incêndio ou a falésia envolveu a equipa na pressa de duas vítimas mortais não é permitido apostar com precisão nas causas do incêndio.

Obras de combate a incêndio da SSP, em Porto Alegre, nesta quinta (15) — Foto: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini/Divulgação

Uma união interna estabelecida para agilizar ou também afastar completamente a hipótese de origem criminosa. O relatório estima, ainda, uma perda patrimonial total de R$ 54,96 milhões.

De acordo com o governo do estado, o Plano de Proteção e Prevenção a Incêndios (PPCI) do imóvel foi aprovado, mas ainda não foi totalmente executado. Perto de 56% das medidas foram concluídas, e dentro do prazo contratual a ser concluído. Segundo o sindicato, o sistema de hidrante interno estava inoperante justamente pelo andamento das obras de adaptação.

Somente após os ajustes planejados não serão feitos ao PPCI que o prédio receberá ou receberá um certificado de funcionamento definitivo. Um especialista que morava no G1 considerou, na época, que o fato de as medidas do plano estarem em execução não significava que o imóvel estivesse seguro.

“A questão de ter o PPCI aprovado não significa que o prédio é seguro. Porque, quando as pessoas falham no PPCI, as pessoas estão reprovando um projeto, um papel onde as pessoas podem colocar informações. Elas só estarão totalmente protegidas quando definitivamente operacional”, explica Ângela Graeff, coordenadora do curso de especialização em Engenharia de Segurança contra Incêndio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Empresa instala telas de proteção para demolição do antigo imóvel da SSP em Porto Alegre

Empresa instala telas de proteção para demolição do antigo imóvel da SSP em Porto Alegre

Uma comissão da Assembleia Legislativa também investigou o incêndio. Enquanto vivem dois bombeiros mortos, vão dar apoio aos deputados e criticar o facto de a “sucessão de erros” chamaram não combater as raparigas.

“Esta tragédia só foi vista para afirmar muitas coisas que pela falta de estrutura, de equipamentos, fica muito claro”, disse Kátia de Mesquita Munhós, viúva do sargento Munhós.

A relatora, deputada Luciana Genro (PSOL), considerou que uma falha elétrica provocou o início das crianças e que uma deficiência no sistema de pronto atendimento não foi propícia para sua rápida disseminação. Além disso, o relatório considerado problemático ou fato de todas as investigações será realizado por órgãos subordinados à SSP. No entanto, o documento foi solicitado pelos deputados.

As atividades do SSP foram transferidas para outros ativos do governo estadual.

Bombeiros atuam com apoio dos bombeiros na operação de busca militar na sede da SSP-RS, em Porto Alegre — Foto: Rodrigo Ziebell/SSP-RS/Divulgação

VÍDEOS: Implosão do site SSP-RS

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