“Desconsiderar diferenças de opinião é um absurdo”, explica Rodrigo Maia

Postado em 21/11/2022 16h42 / Atualizado em 21/11/2022 16h48

    (Crédito da imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil)


(Crédito da imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Apoiador convicto do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (PSDB-SP) afirmou haver “uma narrativa contra os que desviam do bolsonarismo” após os ataques do último domingo (20/11), recepção na restaurante de um resort na Bahia onde estava com a família.

Maia também criticou a imprensa, que diz estar numa “bolha” e tem sido “desqualificada” deixando as informações sem credibilidade. “Infelizmente, eles não sabem mais o que é fato e o que é fake. Criaram uma narrativa contra quem discorda do bolsonarismo. A bolha e a desqualificação da imprensa criaram isso”, frisou. “Desconsiderar divergências é um absurdo, mas tenho certeza que isso vai passar”, acrescentou.

Depois do episódio em que foi chamado de “vagabundo” e “ladrão”, essa foi a única declaração do ex-prefeito em 2016 e 2021. Ele recusou entrevistas.

Com histórico de oposição ao governo de Jair Bolsonaro (PL), no dia do segundo turno das eleições presidenciais de 2022, Maia postou uma foto na rede social com o “L” ao lado da cédula. Ele já acusou Bolsonaro de ser o “pai” do orçamento secreto. O tucano chegou a formar a secretaria do governador paulista Rodrigo Garcia (PSDB), mas deixou o Palácio dos Bandeirantes um dia depois de o correligionário anunciar sua adesão à campanha bolsonarista no segundo turno.

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