Eduardo Bolsonaro e Bia Kicis juntam-se ao PL

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP) e a deputada federal Bia Kicis (DF) assinaram neste sábado, 19, sua fidelidade ao PL, partido escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para concorrer à reeleição no Planalto este ano. O presidente acompanhou o ato de adesão na sede do PL em Brasília.

Ambos deixaram a União Brasil, sigla que unificou o PSL e o DEM, ao lado do vice-coronel Armando (SC). O sinal de partida para a pré-candidatura de Bolsonaro ao Palácio do Planalto será dado no próximo domingo, 27 de abril.

“Esse é um novo movimento que está surgindo no DF. Muitas pessoas ligadas a outros partidos aderiram ao PL porque querem apoiar a agenda conservadora e o presidente Jair Bolsonaro. Estaremos todos juntos no lançamento de sua pré-campanha”, disse Bia Kicis.

Segundo o deputado, com os últimos mutirões para concorrer ao PL, o partido já teria a maior bancada do Congresso com mais de 60 deputados. “O União, que começou grande, já perdeu mais de 20 na minha opinião e o PL deve chegar a 68.”

Bia Kicis disse não ter vergonha de se filiar ao partido cujo presidente Waldemar da Costa Neto foi condenado por corrupção no regime de mensalidades. “Não temos um partido conservador ideal. Nós nos esforçamos muito para fundar a Aliança do Brasil. Todo mundo precisa de um partido estruturado e forte”, disse. “Estou muito feliz por vir para o PL. Vai dar estrutura para mim e para todo o grupo que quer mudar o Brasil.”

Comentando a decisão do ministro do Tribunal de Justiça Federal (STF) Alexandre de Moraes de bloquear o aplicativo Telegram, o parlamentar disse que há censura por parte dos conservadores no país. “É muito mais do que Telegram. Todas as plataformas nos silenciam. Temos investigações totalmente inconstitucionais e ilegais, processando pessoas apenas por apoiarem o presidente Bolsonaro”.

Na noite de sábado, a Procuradoria-Geral da República entrou com pedido no Tribunal de Justiça Federal para determinar que as penalidades previstas no Marco Civil da Internet, em que se baseou a decisão de suspensão do Telegram, não podem ser impostas por “descumprimento de decisão judicial pedido”, como no caso do aplicativo russo.


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