Família de militar da FAB assassinado por colega divulga nota: ‘Não ficará impune’ – País

A família de Kauan Jesus da Cunha Duarte, militar da Força Aérea Brasileira (FAB) morto no sábado (19), divulgou nota neste domingo (20) pedindo a investigação do caso. O soldado morreu com um tiro na cabeça disparado por outro colega.

Parentes expressam consternação com o assassinato de Kauan e denunciam “negligência” do Departamento de Defesa.

“O descaso do Departamento de Defesa com a situação e a dor da família é ultrajante. Nenhuma mensagem oficial foi dada, nem mesmo para informar a morte de Kauan, causando maior confusão. A situação e o contexto do assassinato são gravíssimos e não haverá tolerância, tolerância ou tolerância neste caso específico”, enfatiza.

Segundo o boletim de ocorrência, o jovem de 19 anos foi morto pelo companheiro, Felipe de Carvalho Sales, também de 19. Como o crime envolve militares, a investigação do caso ficará a cargo da FAB.

Em comunicado divulgado no sábado, o Departamento de Defesa lamentou o “incidente ocorrido” e ofereceu suas condolências à família e amigos de Kauan. A pasta segue dizendo que segue “o exame e apuração dos fatos”.

Confira a nota da família

“Os advogados signatários desta nota, contratados pelos familiares de KAUAN JESUS ​​​​​​​​DA CUNHA DUARTE como seus representantes legais no processo que investiga o crime de homicídio praticado por FELIPE DE CARVALHO SALES, devem declarar que o clima de consternação motivado pelo assassinato e suas circunstâncias – para além das responsabilidades das autoridades designadas institucionalmente para investigar o caso – apontam para a necessidade de uma investigação aprofundada dos motivos subjetivos que motivaram as ações brutais do assassino.

É preciso investigar a influência de terceiros, envolvidos ou não, que instigaram o assassino a agir de forma cruel contra KAUAN e o motivo dessa violência e ódio.

Isso causa indignação com a negligência do Departamento de Defesa com a situação e com a dor da família. Nenhuma mensagem oficial foi dada, nem mesmo para informar a morte de KAUAN, causando maior confusão.

A situação e o contexto do homicídio são gravíssimos e não haverá aquiescência, aquiescência ou aquiescência no caso concreto. A enlutada família de KAUAN JESUS ​​agradece o respeito e a cobertura da imprensa.

A publicação das investigações com transparência, ampla cobertura, exceção e participação da sociedade civil permitirá o desenvolvimento válido, legal e regular do processo investigativo, sob responsabilidade do autor direto, eventuais participantes ou instigadores, inclusive.

O assassinato de KAUAN JESUS ​​atinge consternação e pesar e, sujeito ao devido processo legal e ampla defesa, não ficará impune, em nome da história daqueles que sonham em servir à pátria, em prol da a história da Sociedade de Brasília e do Brasil.”


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