França busca o título das Seis Nações contra a Inglaterra, sábado, às 16h55, ao vivo no Star +

COMO CHEGARAM: Com o sonho de um título, após 12 anos de seca e o Grand Slam na cabeça, a França aguarda a Inglaterra para coroar seu excelente torneio em Saint Dennis. O plantel de Fabian Galthié já está no pódio do Mundial de Rugby, ficando esta semana em terceiro atrás da África do Sul e da Nova Zelândia, depois de performances notáveis ​​desde o ano passado. Vem de uma vitória no País de Gales, por um 13-9 apertado mas justo no único jogo que ficou abaixo da sua média, que era de mais de 30 golos por jogo.

Em frente estará a Inglaterra, com toda a sua grandeza a reboque e uma notícia não tão boa. Vem de uma dura derrota em casa, por 32-15, frente à Irlanda, onde teve de jogar quase todo o jogo com 14 jogadores devido à expulsão precoce de Charlie Ewels. Eles não perdiam desde a primeira data de 2021 (6-11 vs. Escócia).

QUE PROCURAM: A França sonha com um título desde 2010. Com diferentes estados na última década, só entrou nas definições das Seis Nações após a eliminação da Copa do Mundo no Japão. Seu melhor resultado foi o terceiro lugar em 2017 durante três testes liderados por Jacques Brunel, Guy Novés e Philippe St-André.

A Inglaterra foi o carrasco na janela de novembro de 2020 (venceu-o em dezembro, por 22 a 19, na prorrogação) e três meses depois na quarta data do Six Nations 2021 por 23 a 20. No anterior Eddie Jones declarou que eles sabem como vencê-los, então espere um confronto de alta tensão em Paris, com a Irlanda acompanhando de perto o que acontece.

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AS CHAVES: O caráter da França será o termômetro para saber se está em condições de dar o passo que se frustrou ao se sagrar campeã em 2020 e 2021. Escócia e Inglaterra, nas duas edições, foram os rivais que bloquearam seu caminho e mostraram maior inteligência nos momentos-chave.

A França é a melhor seleção de todas, como vem demonstrando em cada uma de suas apresentações, mas deve confirmar com um título. Ele não jogou tão bem contra o País de Gales, em uma partida que levantou uma dúvida, pois estava longe da clareza que teve contra Itália, Irlanda e Escócia.

A Inglaterra será o termômetro. Eles vêm de uma grande derrota contra a Irlanda, onde jogaram quase todo o jogo com um homem a menos devido à expulsão de Charlie Ewels e estavam empatados em 15 pontos a 20 minutos do fim da partida. Eles sabem como ferir a França, trazer o jogo ao seu ritmo de atrito e cortar o circuito de desova, que o Les Bleus XV usa tão bem para lançar suas estocadas.

FUNDO: A última vez que se enfrentaram em Paris, a França venceu por 24 a 17. No entanto, o título foi para a Inglaterra pelo melhor saldo de gols. Dos últimos cinco confrontos no Stade de France, apenas o de 2016 foi para a visita: o XV de La Rosa venceu por 31 a 21 naquela ocasião. No registo geral, os ingleses têm grande vantagem, com 60 vitórias sobre 41 dos Les Bleus

TREINAMENTOS:

França: 15 Melvyn Jaminet; 14 Damian Penaud, 13 Gael Fickou, 12 Jonathan Danty, 11 Gabin Villiere; 10 Romain Ntamack, 9 Antoine Dupont (C); 8 Gregory Alldritt, 7 Anthony Jelonch, 6 François Cros; 5 Paul Willemse, 4 Cameron Woki; 3 Uini Atonio, 2 Julien Marchand, 1 Cyril Baille.

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Substitutos: 16 Peato Mauvaka, 17 Jean-Baptiiste Gros, 18 Mohamed Haouas, 19 Romain Taofifenua, 20 Thibaud Flament, 21 Dylan Cretin, 22 Maxime Lucu, 23 Thomas Ramos.

INGLATERRA: 15. George Furbank; 14. Freddie Steward, 13. Joe Marchant, 12. Henry Slade, 11. Jack Nowell; 10. Marcus Smith, 9. Ben Youngs; 8. Sam Simmonds, 7. Sam Underhill, 6. Courtney Lawes (C); 5. Nick Isiekwe, 4. Maro Itoje; 3. Will Stuart, 2. Jamie George, 1. Ellis Genge.

Substitutos: 16. Nic Dolly, 17. Joe Marler, 18. Kyle Sinckler, 19. Ollie Chessum, 20. Alex Dombrandt, 21. Harry Randall, 22. George Ford e 23. Elliot Daly.

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