Fundador do Telegram diz que suspensão no Brasil foi por ‘problema de e-mail’

Fundador do Telegram diz que suspensão no Brasil foi por 'problema de e-mail'

Pavel Durov, CEO e fundador do Telegram, durante o evento TechCrunch Disrupt SF 2015 em San Francisco, Califórnia, EUA – GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP

O fundador e CEO do aplicativo de mensagens Telegram, o russo Pavel Durov, pediu desculpas nesta sexta-feira (18) ao Tribunal de Justiça Federal (STF) do Brasil, dizendo que a proibição encontrada pelo ministro Alexandre de Moraes se deveu a um “erro de comunicação”. “. .

“Parece que estamos tendo um problema com e-mails entre nossos endereços corporativos do Telegram.org e a Suprema Corte brasileira. Como resultado desse erro de comunicação, o tribunal decidiu banir o Telegram por não resposta”, escreveu Durov em seu canal na plataforma, que tem mais de 680.000 seguidores.

“Em nome de nossa equipe, peço desculpas ao Supremo Tribunal Federal por nossa negligência”, acrescentou Durov, que também pediu um novo prazo para cumprir as exigências do STF.

Mais cedo, o ministro Alexandre de Moraes ordenou a “suspensão total e abrangente da operação das atividades do Telegram no Brasil” por descumprir várias ordens judiciais, incluindo a suspensão de contas que espalham desinformação.

Durov afirmou em sua mensagem que algumas das solicitações do STF foram enviadas para um “endereço de e-mail antigo que tem um propósito mais amplo e geral”, mas agora foi localizado e processado pela empresa.

“Peço ao tribunal que adie sua decisão por alguns dias, a seu critério, para que possamos remediar a situação nomeando um representante no Brasil e fornecer uma estrutura para responder rapidamente a futuras questões urgentes como essa”, acrescentou.

O Telegram, que já foi banido ou restringido em vários países como Índia e Rússia, está na mira das autoridades brasileiras há algum tempo, particularmente irritado por a empresa não ter representação legal no país e não ter respondido às suas demandas , uma avalanche de informações enganosas na eleição presidencial deste ano, como as que abalaram a campanha de 2018, principalmente via WhatsApp.

O popular aplicativo de origem russa sediado em Dubai está instalado em 53% dos celulares brasileiros segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e é o que mais cresce no país.

Além disso, a plataforma é fundamental para a estratégia eleitoral do presidente Jair Bolsonaro, que defende a plena liberdade de expressão.




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