Gallardo falou em conferência e confirmou time do River para enfrentar o Boca

Assim que se sentou diante dos jornalistas, o Boneco revelou os 11 titulares para disputar o Superclásico no domingo. Além disso, ele se referiu à camisa amarela do Boca e analisou como será a partida.

Na prévia do Superclásico de domingo entre River e Boca, Marcelo Gallardo sentou-se em frente aos microfones para falar com a imprensa e Ele surpreendeu a todos ao confirmar a equipe que jogará no Monumental assim que começou a falar. O que mais, Ele se referiu à camisa amarela que Xeneize vai vestir e analisou como será a partida.

“Antes de começar. Armani; Rojas, Paulo Diaz, Gonzalez Pirez, Casco; Enzo Pérez, Enzo Fernández; Simon, De La Cruz, Barco; e Álvarez. Podemos terminar agora?”disse o Boneco, com um sorriso no rosto, assim que se sentou na frente dos jornalistas.

A resposta contundente de Gallardo sobre se ele dá uma vantagem ao Boca, confirmando os 11

“Eu confio no meu time,” a Boneca jogou, então abriu um sorriso.

Gallardo descartou a presença de Martínez e deixou uma pergunta sobre Suárez

David Martínez não será chamado porque ainda está se recuperando e não recebeu alta. Se Suárez estiver bem, estará dentro dos concentrados.

Gallardo, sobre a ausência de tambores na banca do Rio

O que eu gosto é do torcedor que vai torcer sem gerar nenhum tipo de violência, do torcedor que ama o clube de coração, que se identifica com as cores, além do hype. O hype dá cor, mas queremos fãs que tenham essa paixão pelas cores e que se expressem sem violência.

A recepção que eles preparam para o River no Superclásico contra o Boca

Destaque para o esforço do torcedor genuíno em estar presente, em incentivar, em pedir que o estádio fique bonito. Tudo isso é sempre emocionante porque não se deixa de apreciar o esforço do verdadeiro torcedor que sempre tenta nos receber e nos apoiar da melhor maneira. Somos gratos pelo esforço que eles fazem para dar cor a esse espetáculo.

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Gallardo e sua opinião sobre a camisa alternativa do Boca

Todo mundo acredita no que acredita e tudo bem. Não estou aqui para julgar ninguém. Isso vai além da chicana. Essa garota não me interessa nada. Alguns anos atrás, sugeri que tocássemos sempre com a banda. É uma sugestão que fiz. Mas eu entendo que também há momentos em que você tem que trocar porque tem camisas que estão em promoção, porque tem marketing. Eu sempre usaria a mesma camisa se não houver necessidade de trocar. Jogamos com a camisa roxa, mas foram jogos que não tiveram tanta importância.

Gallardo, sobre como vê o Superclásico entre River e Boca

Se eu me deixar levar pelo último jogo do Boca, pode ser um jogo que foi bem jogado, além do atrito, da tensão, da fisicalidade, que também terá um papel predominante. Há bons jogadores em campo e isso indica que pode ser um bom jogo, se eu me deixar levar pelo último jogo do Boca. Mas também não somos Estudantes de La Plata. A festa pode ser vibrante do jogo. Acho que pode ser uma boa partida.

Gallardo e a explicação de por que Quintero é um substituto

São decisões técnicas. Considero que a equipa que começa é a que vai começar. Os outros são para somar do banco e são tão importantes quanto os que começam. Às vezes, as partidas são trocadas do banco. Há jogadores que são mais importantes a partir do banco e há muitas provas.

Gallardo e sua análise do Boca

Vamos enfrentar uma equipe que usa bem alguns setores para montar seus ataques e temos que tentar combatê-los.

As mudanças pelas quais o River pode passar em uma partida

O rival joga, o rival toma precauções ou também pode ter algum controle do jogo. Você também tem que saber jogar quando não está no controle. Por isso falei sobre diferentes momentos do jogo em que você tem que saber controlar suas emoções. Em suma, temos uma ideia que é assumir o controle do jogo, mas também somos perigosos quando o rival assume o controle e sai para jogar. Procuramos saber compreender as diferentes situações do jogo.

Marcelo Gallardo, sobre como se desenrolou o Superclássico após a final da Copa Libertadores em Madri

Eu sou um daqueles que acreditam que fatores psicológicos muitas vezes influenciam. As emoções influenciam positiva ou negativamente a mesma partida. Você tem que estar preparado para tudo em um jogo. É aí que o psicológico desempenha um papel muito importante. Se você tem certeza do que está fazendo, sempre terá uma chance melhor do que se estiver hesitante.

Marcelo Gallardo, sobre a operação que o River busca com a passagem dos jogos

Quando falo em encontrar um certo funcionamento que nos proteja, que nos dê aquele momento de dizer ‘bem, agora estamos bem’, é porque nos desafiamos a ser melhores. É difícil no futebol argentino gerar supremacia com qualquer rival que você enfrente, é difícil dominar 90 minutos. Estamos nessa busca porque não colocamos essa vara.

Gallardo, sobre se o River precisa de um jogo forte para se estabelecer

É o Superclássico número 23 da nossa gestão. Em todos eles havia nuances diferentes e tivemos que ganhar e tivemos que perder. Havia jogos porque eram históricos. Sempre que você joga esses jogos, uma nova etapa começa. Este é outro jogo e vamos jogá-lo com a ideia que adotamos há muito tempo.

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Gallardo e a resposta ao mundo Boca para a questão da arbitragem antes do Superclásico

Falando em arbitragem antes de uma partida… Você sempre tem que ser objetivo porque todas as equipes, em maior ou menor grau, sofrem decisões contra ou a favor. Nós treinadores destacamos as falhas contra e aí levantamos nossa voz. Quando cometem um erro a nosso favor, não dizemos nada. Não há necessidade de falar sobre arbitragens antes dos jogos. Eu pessoalmente não gosto de falar dos árbitros para gerar um clima favorável ou desfavorável.

Marcelo Gallardo iniciou a conferência confirmando a equipe do River para o Superclássico

Franco Armani; Robert Rojas, Paulo Diaz, Leandro Gonzalez Pirez, Milton Casco; Enzo Pérez, Enzo Fernández; Santiago Simón, Nicolás De La Cruz ou Juan Fernando Quintero, Esequiel Barco; Julián Álvarez será o 11º do Milionário para enfrentar o Boca no domingo.

Marcelo Gallardo, presente na Reserva Superclásico entre Rio e Boca

El Muñeco não perdeu o duelo entre os garotos liderados por Jonathan La Rosa e Xeneize, que terminou 0-0. No início foi acompanhado por alguns jogadores do plantel do River, como Javier Pinola e Paulo Díaz, entre outros.

Reserva de observação de Gallardo

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