Guerra na Ucrânia: por ordem de sermos desligados, diz Zelensky; Rússia toma cidades

ou presidente dá UcrâniaVolodymyr Zelensky, afirmou nesta quarta-feira, 2, que as tropas russas têm ordens para “desligar todos nós”, já que os ataques se intensificam no sétimo dia da invasão.

Ou número de mortes chega a 2 mil civis, segundo governo ucraniano.

A Rússia teme os novos ataques da quarta feira contra Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia, por temer que a capital Kiev também sofra alguns de seus piores bombardeios neste momento.

“Temos uma ordem para desligar nossa história, desligar nosso país, desligar todos nós”, disse Zelensky em um vídeo.

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Na fala, o presidente da Ucrânia pediu aos países que não permanecem neutros que não entrem em conflito.

Imagens de satélite nos últimos dias mostram um complexo russo de mais de 60 quilômetros ao norte de Kiev.

Agora, um porta-voz do governo, Vladimir Putin, diz nesta quarta-feira que a Rússia passará por uma segunda rodada de negociações com a Ucrânia ainda hoje, uma vez que as negociações estão acontecendo há dois dias, não vão parar em um cessar-fogo. incêndio.

A Ucrânia ainda não fez uma declaração oficial, mas o encontro foi confirmado por um assistente da presidência ucraniana à rede americana CNN. Veja abaixo as principais atualizações do momento.

atentado ao memorial judaico

Sem falar nesta quarta-feira, Zelensky pediu aos judeus do mundo que não “ficassem em silêncio” após o ataque russo à torre de televisão de Kiev na terceira feira, construída fora da ravina de Babin Yar. A terra foi palco de um massacre de 30.000 judeus pela Alemanha nazista em 1941.

“Estou falando agora com os judeus do mundo interior. Não vemos o que está acontecendo? Por isso é muito importante que os judeus do mundo interior não fiquem calados agora”, diz Zelensky, afirmando que “o nazismo nasce do silêncio.”

“Então saiam e gritem sobre o assassinato de civis. Gritem sobre o assassinato de ucranianos.”

Ou ataque à torre de televisão na terça-feira deixou cinco mortos.

Civis passaram pela torre de televisão local em 2 de março, atacado no dia anterior: palco do massacre de judeus em 1941 (DIMITAR DILKOFF/AFP/Getty Images)

Zelensky continua pedindo aos países ocidentais que reforcem as sanções e medidas contra a Rússia capazes de interromper os ataques. Neste quarto trimestre, a União Europeia anunciou sanções contra a Bielorrússia (antiga Bielorrússia), também ex-república soviética e aliada do governo Putin.

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Ou o principal banco russo, ou Sberbank, também o banco Deixar ou o mercado europeu devido a sanções (Veja os detalhes abaixo).

Na terça-feira, em discurso ao Parlamento Europeu por videoconferência, Zelensky reforçou ou solicitou que a União Européia autorize imediatamente a entrada da Ucrânia desbloqueada.

Para já, a UE está a estudar uma proposta de concessão de autorizações de residência e de trabalho a refugiados ucranianos, que pagam quase 700 mil pessoas, e o assunto será discutido na Quinta-Feira pelos ministros do governo.

Ataque a Kharkiv

Tropas russas desembarcam nesta quarta-feira em Carcóvia, a segunda maior cidade ucraniana e que sofreu nos últimos dois dias, dois dos piores bombardeios da época. As forças ucranianas ainda controlam a cidade.

Kharkiv tem 1,4 milhão de habitantes e fica perto da fronteira leste do país, com uma grande população de língua russa.

Pelo menos 21 vítimas foram contabilizadas em bombardeios uma vez e outras quatro morreram neste quarteirão-feira, afirmou o prefeito Ihor Terekhov, que chamou os ataques de “genocídio”. Houve mais de 120 feridos após os ataques.

“Kharkiv é uma cidade de língua russa. Uma em cada quatro pessoas em Kharkiv está relacionada à Federação Russa. Mas a atitude da cidade em relação à Rússia agora é completamente diferente do que era antes”, disse ele, segundo um relatório. à Reuters. “Nós nunca esperávamos que isso pudesse acontecer.”

Bombeiros tentam conter um incêndio em um prédio universitário em Kharkiv, uma das cidades mais afetadas por bombardeios e a segunda maior da Ucrânia (SERGEY BOBOK/AFP/Getty Images)

“Tropas aéreas russas desembarcaram em Kharkiv e atacaram um hospital”, informou o exército ucraniano em um comunicado divulgado no Telegram. “Há um combate em curso entre os invasores e os ucranianos”, acrescenta à nota.

Ou o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky não acreditou nos novos bombardeios como “crimes de guerra”.

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“Praticamente não há áreas em Kharkiv que não sejam afetadas por projetos de artilharia”, disse um assessor do Ministério do Interior, Anton Gerashchenko.

Também nesta quarta-feira, os russos afirmam ter tomado o controle da Kherson (ao sul).

Uma cidade de 290.000 habitantes na foz do rio Dnieper, não no Mar Negro, já havia sido cercada. Se o russo for confirmado ou controlado, seria a maior cidade conquistada até agora.

Ou melhor, Igor Kolykhaiev nega, e diz em postagens nas redes sociais que os russos vão tomar apenas partes da cidade. Mas afirmou que é preciso restabelecer a eletricidade e seus corpos recuperados. “Completar essas tarefas agora fará um milagre”, escreveu ele.

De acordo com a atualização das autoridades ucranianas nesta quarta-feira, pelo menos 2.000 civis morreram na Ucrânia, incluindo mais de uma dúzia de crianças, além de milhares de feridos.

Medo em Kiev

Apesar de dois ataques em Kharkiv e Kherson, a imprensa ucraniana noticiou novas explosões ontem à noite também na capital Kiev e em Bila Tserkva, 80 km ao sul.

Além disso, o serviço de emergência informou que houve um bombardeio em áreas residenciais de Yitomir (266 mil habitantes), a oeste de Kiev, com dois mortos e três feridos.

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Biden: os oligarcas russos “sem seus iates”

Na noite da terça-feira, a guerra na Ucrânia foi tema do tradicional discurso “Estado da União” [Estado da União] do presidente americano ao Congresso. Na fala, ou o presidente Joe Biden chamou Putin de “ditador”.

“Um ditador russo, que invade um país estrangeiro, custa caro para o mundo inteiro”, afirmou Biden, em discurso televisionado nos Estados Unidos.

O presidente democrata afirmou que Putin subestimou a resposta do Ocidente e que agora “está mais isolado do que nunca”.

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