Haas rompe contrato com Nikita Mazepin e patrocinador russo devido à guerra – 03/05/2022

A equipe americana Haas anunciou que rompeu os contratos de seu principal patrocinador, UralKali, e de seu piloto, Nikita Mazepin. Será tomada uma decisão que a própria Fórmula 1 anunciou que seria fechada ou contratada como o GP da Rússia, que era válido até 2025.

Em relação ao substituto, Haas informou que fará um anúncio para não largar na próxima semana, antes da segunda bateria dois testes de pré-temporada, entre 10 e 12 de março, não no Bahrein.

Apesar de ter perdido o principal patrocinador, a Haas não está em situação financeiramente delicada no momento, pois a UralKali, do ramo de fertilizantes, havia feito um adiantamento de menos de parte do investimento anual, algo que não é incomum na F1.

Dá uma certa tranquilidade para entender qual é a melhor opção a longo prazo. Como substituto imediato, ou time dez ou brasileiro Pietro Fittipaldi.

Pietro está na equipe desde 2019, primeiro como piloto de testes e, a partir de 2020, também como reserva. Ele assumiu o cockpit da Haas quando Romain Grosjean sofreu um acidente, disputando os GPs de Sakhir e Abu Dhabi de 2020.

Após o anúncio do fim de seu contrato, Mazepin postou em suas redes sociais que essa havia sido uma decisão unilateral. “Estou muito decepcionado ao saber que meu contrato na F1 foi cancelado. No entanto, entendo que as dificuldades, as decisões da FIA, minha disposição em aceitar as condições propostas para eu continuar competindo foram totalmente ignoradas. O processo foi seguido em Esta decisão unilateral sou eternamente grato a quem tentou entender. Tive muitos momentos na F1 e espero que possamos estar juntos novamente em tempos melhores. Terei mais coisas a dizer nos próximos dias.”

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A carreira de Mazepin no automobilismo foi marcada por polêmicas, desde uma suspensão por ser agredido por outro piloto, Callum Ilott na F3, até um vídeo em que ele aparece tocando os lábios de uma mulher claramente embriagada, que tenta se livrar dele. Nas pistas, ele chegou a ser suspenso na F2 por escorregar ou limitar o número de pontos punitivos, muitos dos quais resultantes de comportamento agressivo na pista.

Na F1, não tive muitas oportunidades de disputar posições com outros pilotos. Em sua única temporada completa na categoria, disputando o melhor time e com um parceiro, Mick Schumacher, que também era novato, os dois se acostumaram a namorar o grupo. Mas o ritmo de Schumacher sempre foi muito maior. Na classificação, não surpreendentemente, a diferença entre os dois foi de mais de meio segundo, algo incomum entre os pilotos de F1. E, principalmente no segundo semestre, em algumas ocasiões em que os dois se encontravam, havia problemas para a equipe.

O clima interno ruim ficou claro nas gravações da série da Netflix que mostra os bastidores da F1, “Managing to Live”, cuja quarta temporada estreou nesta semana.

A temporada de F1 começa com o GP do Bahrein, em 20 de março.

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