Irlanda jogará contra a Escócia para continuar sonhando com a taça, no sábado, às 13h30, ao vivo no Star +

COMO CHEGARAM: Depois de jogar um grande torneio, a Irlanda só pode esperar. A queda em Paris deixou-os um passo atrás da França, situação que os condicionou para o resto do torneio. Resta apenas colocar alguns ingressos para a Inglaterra tirar um ponto em Paris da equipe de Galthié, no que será o fim das Seis Nações.

Os irlandeses vêm de uma grande vitória em Twickenham, com um ponto de bônus, 32 a 15. Eles não marcam quatro tentativas contra os ingleses desde 2007 (43 a 13 em Croke Park). Em Londres foi a melhor vitória da história, enquanto eles venceram novamente o XV de La Rosa, somando 32 pontos, como no ano passado em Dublin, onde venceram no quinto encontro por 32 a 18.

Mais um ano na Escócia saiu do alvo. A equipa de Cardo nunca ganhou as Seis Nações, o último título foi em 1999, nas antigas 5 Nações. Depois de vencer a Inglaterra na estreia, as esperanças cresceram, mas rapidamente perderam peso com derrotas para o País de Gales e a França. A vitória contra a Itália, por 33 a 22, serve apenas para estatísticas.

QUE PROCURAM: A Irlanda quer coroar o seu grande presente com mais uma vitória no Aviva Stadium, em Dublin. A expectativa virá mais tarde, quando todos os verdes estiverem cientes do que acontece em Paris, esperando, que desta vez os ingleses lhes dêem uma mão.

A Escócia viaja para Dublin com o propósito de revirar a história. Desde 2010, eles não vencem como visitantes da Irlanda. Eles já fizeram isso no ano passado, quando venceram a França em Paris depois de muito tempo e o título foi para o País de Gales.

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AS CHAVES: A quantidade de opções que a Irlanda mostrou nos últimos tempos. Não só na predominância do seu pelotão nas situações de contacto, mas também na capacidade de resolver os seus momentos favoráveis ​​no ataque. Com 20 tentativas, eles são de longe os mais eficazes das Seis Nações. Um elenco muito competitivo, com peças de reposição de qualidade e a magia de Johnny Sexton que permanece intacto em seu papel de piloto. Keenan, Lowe e van der Flier foram os destaques na grande vitória em Londres

A Escócia deu um passo atrás no torneio de 2021. Não teve regularidade e pagou caro pela falta de concentração, que foi fundamental para não ir mais longe. Na vitória contra a Itália, eles mostraram oportunismo para atacar todos os erros do Azzurro. Ali Price foi o homem do jogo, com Fagerson e Harris indo muito bem.

FUNDO: Se há um duelo que marca o equilíbrio ao longo da história, é Irlanda vs. Escócia, o grande exemplo de tremenda paridade. Eles disputarão o 140º jogo da história, onde irlandeses e escoceses conquistaram 67 vitórias cada. As cinco partidas restantes terminaram empatadas. No entanto, os últimos tempos foram tingidos de verde. A Irlanda tem seis vitórias consecutivas contra o XV del Cardo. A última comemoração da Escócia foi em 2017, por 27 a 22 em Edimburgo.

TREINAMENTOS:

IRLANDA: 15. Hugo Keenan; 14. Mack Hansen, 13. Garry Ringrose, 12. Bundee Aki, 11. James Lowe; 10. Johnny Sexton (C), 9. Jamison Gibson, 8 Jack Conan, 7 Josh van der Flier, 6 Caelan Doris; 5 Iain Henderson, 4 Tadhg Beirne, 3 Tadhg Furlong, 2 Dan Sheehan, 1 Cyan Healy

Suplentes: 16. Rob Herring, 17. Dave Kilcoyne, 18. Finlay Bealham, 19. Kieran Treadwell, 20. Peter O’Mahony, 21. Conor Murray, 22. Joey Carbery, 23. Robbie Henshaw.

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ESCÓCIA: 15. Stuart Hogg (C); 14. Darcy Graham, 13. Chris Harris, 12. Sam Johnson, 11. Kyle Steyn; 10. Blair Kinghorn, 9. Ali Price; 8. Matt Fagerson, 7. Hamish Watson, 6. Rory Darge; 5. Grant Gilchrist, 4. Jonny Gray; 3.Zander Fagerson; 2. George Turner, 1. Pierre Schoeman.

Suplentes: 16. Fraser Brown, 17. Allan Dell, 18. WP Nel, 19. Sam Skinner, 20. Josh Bayliss, 21. Ben White, 22. Finn Russell, 23. Mark Bennett.

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