Jornalista persegue suspeito durante programa de TV ao vivo | Brasil

Jornalista 'persegue' suspeito durante programa de TV ao vivo
Reprodução/Dia 4.12.2022

Jornalista ‘persegue’ suspeito durante programa de TV ao vivo

Durante o programa Balanço Geral Pernambuco, nesta segunda-feira (11), o repórter Bruno Araújo perseguiu um homem fugindo da polícia, suspeito de estar envolvido na morte de Heloísa, uma menina de 6 anos. A cena aconteceu na cidade de Porto de Galinhas, em Pernambuco, e foi transmitida ao vivo pela TV Guararapes, subsidiária da RecordTV.

O fugitivo, um homem de 23 anos, tentou fugir depois que seu advogado, David Kenion, e sua mãe foram até a casa onde ele estava hospedado para tentar convencê-lo a comparecer perante o oficial de justiça. Durante o programa ao vivo, o jornalista o perseguiu a pé e depois com a ajuda de um carro. O suspeito já havia sido perseguido pelo BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais) em um vídeo mostrado na reportagem.

Juntamente com o advogado, a mãe pede que ele se apresente e, ainda na porta da casa, lhe diz: “Eu não matei criança, eu estava desarmado. Aquele policial safado ali mata crianças e quer culpar. ” [em mim]“. Enquanto caminhava pela rua com o advogado, o jovem é abordado por um veículo sem placa e começa a correr, sendo perseguido por um policial.



A mãe do suspeito disse que o jovem já havia sido preso antes. “Quando eu o vi, ele estava chorando, ele me disse ‘desde que não seja eu, eu não atirei naquele menino, eu juro que não fui eu, eu ia me entregar imediatamente, mas como foi muito. atirando eu deixei as corridas'”, disse ele.

“Foi uma surpresa, me decepcionei. Quero que ele apareça para mostrar que não fez nada contra a polícia, infelizmente ele fugiu. Ele não está confiando em ninguém”, disse o advogado, minutos após a fuga. Seguindo a determinação do delegado responsável pelo caso, a zona de perseguição foi cercada pela Polícia Civil de Pernambuco.

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caso helloisa

A menina Heloísa Gabrielle (6) foi morta durante uma operação do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) da Polícia Militar de Pernambuco. Na tarde do dia 30 de março, Heloísa foi baleada no peito enquanto brincava em frente à casa da avó, na comunidade de Salinas, em Porto de Galinhas.

Testemunhas, incluindo seu pai, dizem que a menina foi baleada por um policial. Os moradores da comunidade também relataram que os PMs entraram no local perseguindo um homem que trafegava em uma motocicleta e começaram a atirar para tentar prender o suspeito. Um dos tiros atingiu o menino.

A menina foi socorrida e levada para um hospital local, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

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