Mariana Godoy quebra protocolo e explode o promotor que atacou seu chefe · Notícia da TV

Mariana Godoy detonou ao vivo o promotor Demétrius Oliveira de Macedo responsável pelo ataque ao próprio patrão dentro de São Paulo. O moderador do Fala Brasil quebrou o protocolo, lamentando o caso e destacando o episódio de desrespeito: “Trata-se de uma pessoa descontrolada, completamente insana e que não pode ocupar cargo público”, definiu.

“Covardia”, concordou Lair Rennó, que apresentou o jornal ao lado de Mariana. “Quem sofre assédio moral, assédio sexual, qualquer tipo de assédio no ambiente de trabalho tem RH, tem administração, tem patrão, outros patrões para reclamar. São várias atitudes”, explica o jornalista.

“Nunca entre na ignorância e na violência física como esse promotor fez. E ele é um promotor. Ele não é uma pessoa ignorante. Ele tem conhecimento”, enfatizou Mariana na sequência e ficou perplexa com o caso. Rennó concordou novamente: “Tem como fazer isso, se for o caso.”

Assista a cena completa com a fala de Mariana ao vivo no vídeo abaixo:

entenda o caso

A revolta de Mariana Godoy durante o show Fala Brasil não foi por acaso. Antes que o público assistisse ao jornalista quebrar o protocolo, foram exibidas fotos mostrando a agressão de Macedo à sua chefe – a procuradora-geral Gabriela Samadello Monteiro de Barros. É um vídeo gravado na Prefeitura de Registro, no interior de São Paulo, onde os dois trabalhavam.

Demétrio aparece para bater em Gabriela, que contou com a ajuda de outras mulheres – também incitadas por Macedo – para se proteger. Logo após os ataques, o procurador-geral tirou uma foto com o rosto ensanguentado e postou nas redes sociais.

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Segundo a própria Gabriela em entrevista à TV Record, Macedo já havia demonstrado comportamento inadequado em relação a outros funcionários, o que levou a Procuradoria Geral da República a enviar um memorando à Secretaria Administrativa para abrir um procedimento administrativo para apurar o caso, o que foi feito. Os ataques se seguiram.

Gabriela denunciou à polícia, Macedo foi ouvido e liberado pela polícia. O Município competente, por meio do Diário Oficial, editou o Decreto nº 525/2022, que previa a suspensão preventiva de Macedo do trabalho. Ele será suspenso por um mês a partir do dia do ataque (21 de junho) e não terá direito a nenhum salário durante esse período.

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), o Colégio dos Presidentes e a OAB-SP emitiram nota lamentando o ocorrido e demonstrando preocupação com o caso, e afirmaram que cogitam expulsar Macedo do painel.

“A OAB-SP, órgão responsável pelas investigações éticas e disciplinares, vai instaurar processo para apurar a conduta do promotor que cometeu a agressão. Impossibilidade de exercício do direito e exercício do cargo de advogado”, diz o documento.

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