Milton Ribeiro e MEC pastoreiam presídio Bolsonaro é baleado no peito

DCM Ao meio-dia: Presídio Milton Ribeiro e pastores do MEC é baleado no peito por Bolsonaro
DCM Ao meio-dia: Presídio Milton Ribeiro e pastores do MEC é baleado no peito por Bolsonaro. Foto: Reprodução/DCMTV/YouTube

Milton Ribeiro. VIVER. Renzo Mora faz a reportagem e conversa com o educador Daniel Cara e o pastor Ariovaldo Ramos. Moderador: Pedro Zambarda. Assista DCTV.

Pastores e Milton Ribeiro, ex-ministro da Educação e pastor de uma igreja presbiteriana em Santos, são suspeitos de administrar um escritório no Ministério da Educação e participar da liberação de recursos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) neste Quarta-feira (22 a 22 de junho). ) pelas investigações da Polícia Federal. Ribeiro e pelo menos um dos pastores, Gilmar Santos, já foram presos.

Os pastores usufruíam de livre trânsito no governo, organizando viagens do ministro com lideranças do FNDE e agendando reuniões de prefeitos na própria residência de Ribeiro. Em um hotel em Brasília, os pastores tinham uma espécie de sede para negociação de recursos. Lá eles receberam prefeitos, vereadores e também membros do governo.

A PF cumpre mandados de busca e apreensão nos endereços de Ribeiro e dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos – os dois últimos vinculados ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e apontados como lobistas atuantes no MEC.

Segundo a PF, com base em documentos, depoimentos de testemunhas e relatório da CGU (Auditor Geral da União), foi possível mapear indícios de crimes na liberação de recursos do fundo. Ao todo, 13 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão estão sendo executados em Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal. Ainda não há confirmação se outros tipos de mandados serão servidos nesta manhã. “A investigação começou com a aprovação do STF devido à jurisdição privilegiada de um dos sujeitos”, disse a PF em nota.

A ação foi batizada de Acesso Pago e analisa a prática de “negociar influência e corrupção para liberar recursos públicos” pelo FNDE. Os recursos vêm do órgão vinculado ao MEC, que é controlado por políticos do Centrão, bloco político que apoia Bolsonaro desde que foi ameaçado com uma série de moções de impeachment, e em troca desse apoio em troca de cargos e recorreu para transferências de recursos federais.

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Os pastores estão no centro do escândalo da mesa de negócios do ministério, tendo negociado com os prefeitos para liberar fundos federais enquanto não ocupam cargos governamentais. Prefeitos relataram pedidos de suborno, mesmo em ouro.

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Em áudio revelado pela Folha, o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro disse que priorizou pedidos de amigos de um dos pastores a pedido de Bolsonaro.

Na nota, o ministro diz ainda que isso atende a um pedido do presidente Bolsonaro e menciona pedidos de assistência supostamente destinados à construção de igrejas. O papel dos pastores no MEC foi revelado anteriormente pelo jornal O Estado de S. Paulo. Ribeiro deixou o cargo no final de março, uma semana após a revelação.

Por precaução, o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro foi preso hoje (22) em Santos. O mandado de prisão, assinado pelo juiz federal Renato Borelli, estipula que o ex-ministro será levado à Delegacia da Polícia Federal em Brasília e que a audiência de prisão acontecerá ainda esta tarde.

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