O País de Gales encerra as Seis Nações contra a Itália em Cardiff, sábado às 11h05 ao vivo no Star +

COMO CHEGARAM: Os dois últimos da tabela se encontrarão em Cardiff na abertura do que será o último dia das Seis Nações. A França e a Irlanda são as candidatas ao título, pelo que ficarão à espera de tudo o que acontecer para saber quem vai conquistar o título de campeão esta época.

O País de Gales vem de perder seu terceiro jogo, desta vez em casa contra a França, por 13 a 9. Não foi um bom jogo para ambos, mas a equipe de Galthié se acomodou melhor no processo e venceu pelo seu melhor presente. Se os Red Dragons vencerem com bónus e a Escócia e a Inglaterra não acrescentarem nada, podem terminar em terceiro.

Para a Itália, a visita da Escócia acrescentou uma nova frustração, perdendo pela 36ª vez consecutiva nas Seis Nações, desta vez por 33 a 22. Mais uma vez chegam à final sem pontuar, algo que parece ser uma constante no equipe que agora dirige Kieran Crowley. Alguns sinais de rebeldia no elenco azzurro e os triunfos do M20 convidam a um futuro que pode mudar o presente do rugby italiano.

QUE PROCURAM: O País de Gales não esteve no seu melhor neste torneio, mas a equipa de Pivac é um adversário difícil de vencer. Exceto pela Irlanda na estreia, não foi muito menos que Inglaterra e França, seus dois vencedores por pouco. Para a Itália, trazer uma vitória de Cardiff seria como ganhar um título. As contribuições das jovens promessas que se juntam à equipa podem ser o ponto de partida para uma nova era. Embora ainda estejam muito longe, eles vão em busca do milagre.

AS CHAVES: Esses quatro jogos galeses viram uma equipe mais combativa do que dedicada ao jogo. Entrar no atrito parecia ser sua melhor opção, Rowlands, Elias e Basham sendo muito produtivos nas zonas de contato. Não tiveram clareza no ataque. Dizer que o País de Gales marcou apenas cinco tentativas é marcar o quão direto eles foram nos últimos 22 metros. As corridas de Liam Williams ou Cuthbert também não forneceram clareza e, muitas vezes, novamente dependeram da eficácia de Biggar.

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A aparição de Ange Capuozzo contra a Escócia, com duas tentativas no final da partida. A conquista de Menoncello na estreia contra a França, a mais jovem das Seis Nações com apenas 19 anos. Essas novas figuras de La Azzurra que estão tentando mudar o curso desta triste história. Esse é o trabalho que Crowley deve consolidar, para de uma vez por todas estar à altura do torneio. Nesta edição, pelo menos, mostraram uma versão superada ao que fizeram em 2021. Marcaram novamente 22 pontos (não o faziam desde 2020, 22-35 vs. França, em Paris)

FUNDO: Duas vitórias e um empate, esses foram os melhores resultados da Itália num duelo que tem o País de Gales como jogador dominante. Os Dragões têm uma vantagem de 25 jogos na sua história, 16 seguidas desde 2007, ano do último triunfo italiano (23-20, em Roma).

TREINAMENTOS:

GALÊS: 15. Johnny McNicholl; 14. Louis Rees-Zammit, 13. Owen Watkin, 12. Uilisi Halaholo, 11. Josh Adams; 10. Dan Biggar (C), 9. Gareth Davies; 8. Taulupe Faletau, 7. Josh Navidi, 6. Seb Davies; 5. Alun Wyn Jones, 4. Adam Beard; 3. Dillon Lewis, 2. Dewi Lake, 1. Gareth Thomas.

Substitutos: 16. Bradley Roberts, 17. Wyn Jones, 18. Leon Brown, 19. Will Rowlands, 20. Ross Moriarty, 21. Kieran Hardy, 22. Callum Sheedy, 23. Nick Tompkins.

ITÁLIA: 15 Ânge Capuozzo ; 14 Edoardo Padovani, 13 Juan Ignacio Brex, 12 Leonardo Marin, 11 Montana Ioane; 10 Paolo Garbis, 9 Callum Braley; 8 Toa Halafihi, 7 Michele Lamaro (C), 6 Giovanni Pettinelli; 5 Federico Ruzza, 4 Marco Fuser; 3 Pietro Ceccarelli, 2 Giacomo Nicotera, 1 Danilo Fischetti.

Suplentes: 16 Luca Bigi, 17 Cherif Traore, 18 Tiziano Pasquali, 19 David Sisi, 20 Niccolò Cannone, 21 Braam Steyn, 22 Alessandro Fusco, 23 Marco Zanon.

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