Policial à paisana mata empresário com tiro no peito em bar em BH-Gerais

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Edson era dono do restaurante Churrasquinho do Plástico. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

A fofoca de uma mulher pode ter motivado o assassinato do empresário Edson Rodrigues da Costa, 43, conhecido como “Plístico”. O crime aconteceu na madrugada desta segunda-feira (21) em um bar no Bairro Jaqueline, zona norte de Belo Horizonte. O autor do crime é um policial civil aposentado, de 51 anos, que está foragido.

Segundo testemunhas, o suspeito e a vítima eram amigos, mas uma fofoca que partiu da esposa de um deles (não identificada) gerou um desentendimento.

O policial chegou ao bar bêbado na madrugada de segunda-feira. Lá estava o Edson bebendo cerveja. O autor resolveu conversar com o empresário, mas foi impedido pelo dono do local, que temia uma briga.

Após algum tempo, o comerciante conseguiu convencer o policial a deixar o bar. No entanto, o homem ficou na rua, esperando que Edson fosse embora. Ao sair do local, o atirador sacou o revólver e atirou contra a vítima no peito.

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Edson foi socorrido por pessoas que estavam no local e levado ao Hospital Risoleta Neves, próximo às ruas Pedro I e Cristiano Machado, no bairro Vila Clris, em Belo Horizonte. Ele passou por uma cirurgia para retirar a bala, mas não resistiu e morreu na madrugada.

Primo lamenta a morte

Edson era dono do restaurante Churrasquinho do Plástico, no bairro Baronesa de Santa Luzia, na Grande Belo Horizonte. Nas redes sociais, o músico MC FBC lamentou a morte do primo “por causa de fofoca”.

“É isso, eu vi (sic). O cara era como meu irmão. Você pode perguntar a qualquer um em Santa Luzia. Mataram um pai de família. Um policial bêbado. Alguém nos ajude, esse cara não pode andar livre. Eu tenho a foto, mas não sei se vou postar. Eu não sei o que fazer”.

Posicionamento da Polícia Civil

Segundo a Polícia Civil, o caso não está sendo investigado pela Corregedoria porque o servidor está fora do ar. A investigação está sendo conduzida pela Delegacia de Homicídios e Proteção Individual (DHPP). A empresa esclarece que está em fase de diligências para localizar o suspeito que fugiu após cometer o crime.

“Em relação ao suspeito, ele é um servidor inativo, então não há assuntos internos. A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), assim que acionada, encaminhou o boletim de ocorrência ao local do crime, onde foram realizadas as primeiras diligências e a coleta de provas que darão suporte à investigação. A Polícia Civil apura as circunstâncias, motivação, autoria do crime e esclarece ainda que até o momento ninguém foi encaminhado à Delegacia de Plantão para as medidas cabíveis. Diligências estão sendo realizadas para localizar o suspeito.”

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