Preços da gasolina chegam a R$ 8.399 no RJ e diesel a R$ 7.980 na Bahia

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O maior preço foi apurado pela ANP em R$ 8.399 por litro em Três Rios, Rio de Janeiro (Crédito da imagem: Pixabay)

Após a mega alta dos preços dos combustíveis anunciada pela Petrobras na semana passada, um litro de gasolina já está sendo vendido por R$ 8.399 no país, mostram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) atualizados ontem. Por outro lado, o diesel, que afeta diretamente os preços de frete praticados no país, chegou a quase R$ 8 e já está sendo vendido por R$ 7.980.

O maior valor da gasolina comum foi registrado nesta semana (13 a 19 de março) na região Sudeste, onde o combustível já pode ser encontrado em R$ 8.399. No Nordeste, o preço máximo é de R$ 8.390. Na zona sul R$ 8.290. No Norte e Centro-Oeste, os valores chegaram a R$ 8.100 e R$ 7.999, respectivamente.

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A ANP registrou o maior preço de R$ 8.399 por litro em Três Rios no Rio de Janeiro e o menor de R$ 5.899 por litro em Araras no interior de São Paulo.

Com o aumento, o preço do diesel chegou a R$ 8 esta semana em Ilhéus, Bahia, que foi determinado pela ANP em R$ 7.980 por litro. O preço médio nacional da gasolina foi de R$ 6.654 o litro.

gás de linha

Outro combustível utilizado por vários segmentos, o gás dutoviário, também está em alta. A previsão da assessoria da ARM indica que o preço do insumo pode chegar a uma alta de 50% a 60% até agosto deste ano se o barril de petróleo no mercado internacional se mantiver no patamar atual. Os contratos de reajuste são trimestrais. A próxima mudança de preço é em maio, quando se diz que haverá um aumento de cerca de 20% – o mesmo deverá acontecer em agosto.

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Segundo Bruno Armbrust, sócio da consultoria, os aumentos afetam principalmente a indústria de grande porte e o valor do combustível para abastecimento de veículos. Para consumidores e pequenas empresas, explica ele, o oposto é verdadeiro. A margem dos traders é maior e o custo da molécula do gás pesa menos.

“O gás canalizado vai para vários mercados, indústria, para abastecimento de veículos, comércio, indústria, também para geração de energia. Para grandes clientes, indústria, gás veicular e termelétricas, o componente gás tem um peso muito grande, e a margem da distribuidora tem um peso menor. Pode até ser que, por exemplo, o peso da margem do revendedor fique entre 10% e 12% para o GLP e quase 90% para o gás”, diz Armbrust.

A informação é do jornal. O estado de São Paulo.


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