Rússia vs. Ucrânia: 10 pontos que marcaram o primeiro mês de guerra

O guerra Entre Rússia e Ucrânia aniversário neste dia 24 de março uma mêsum conflito que começou após vários meses de tensão entre as duas nações e culminou na invasão das tropas russas em território ucraniano.

Durante os primeiros 28 dias do conflito, que começou na madrugada de 24 de fevereiro, várias cidades ucranianas foram sitiadas pela constante bombardeio russos, que até agora deixaram mais de 900 vítimas civis, de acordo com as Nações Unidas.

O conflito não só gerou alarme global sobre a possibilidade de um desastre radioativo após a tomada de centrais nucleares como Chernobyl pela milícia russa, mas também fizeram com que a Rússia fosse praticamente “exilada” pela comunidade internacional.

Estes são 10 pontos que marcaram o primeiro mês da guerra entre a Rússia e a Ucrânia:

A eclosão da guerra na Ucrânia

Durante a madrugada desta quinta-feira, 24 de fevereiro, o presidente russo, Vladimir Putin, dirigiu uma mensagem na televisão nacional na qual anunciava uma “operação militar especial” das tropas russas em território ucraniano com o suposto objetivo de defender a província de Donbas, perto do leste fronteira com a Rússia e “desnazificar” a Ucrânia.

No seu discurso, o presidente russo assegurou que “não tinha outra opção”, ao mesmo tempo que exortou os soldados ucranianos a deporem as suas armas e prometeu que aqueles que o fizessem poderiam regressar às suas famílias.

Foi assim que na manhã daquele 24 de fevereiro, milhares de tropas do exército russo entraram no território ucraniano armados com tanques e helicópteros, enquanto dezenas de cidades e províncias ucranianas como Kharkov ou a própria capital Kiev, no centro do país, foram bombardeadas. com mísseis russos.

O avanço russo na Ucrânia

Desde o primeiro dia da incursão russa até esta quinta-feira, que marca o mês da guerra, o exército russo não parou de atacar algumas das cidades mais importantes da Ucrânia, algumas das quais foram praticamente arrasadas.

As populações mais sitiadas pelos bombardeios russos são:

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Os mísseis lançados contra essas cidades não apenas destruíram instalações militares, mas também atingiram hospitais, aeroportos, escolas, shopping centers, casas e abrigos.

Chernobyl e a ameaça nuclear

Uma das primeiras ações do exército russo foi tomar as instalações da usina nuclear de Chenobyl, no norte da Ucrânia, situação que alertou o mundo para a possibilidade de um desastre nuclear.

Por outro lado, a agência nuclear da Organização das Nações Unidas (ONU) alertou que Chernobyl pode ser “uma bomba-relógio”, devido a falhas de energia e incêndios que ocorrem no entorno da usina.

Mas essa não é a única ameaça, pois os bombardeios da Rússia contra outras usinas nucleares na Ucrânia, como a localizada em Zaporizhzhia, no leste da Ucrânia, e que também foi tomada pelos russos, mantêm o alerta diante de uma possível desastre.

a resistência ucraniana

Ante la invasión rusa, las y los ucranianos no se quedaron de brazos cruzados, pues la mayoría de las personas en edad de combate decidieron sumarse a las filas del ejército de Ucrania, mientras que el presidente de Ucrania, Volodímir Zelensky, declaró la ley marcial em todo o país.

Mesmo para se defender, o exército ucraniano “contratou” um dos atiradores mais mortíferos, um militar canadense aposentado chamado “Wali”; No início de março, um franco-atirador ucraniano matou o major-general do Exército russo, Andrei Sukhovetski, com um tiro de 1.500 metros de distância, dando um duro golpe na ofensiva militar ordenada por Vladimir Putin.

O êxodo da Ucrânia

O início da guerra entre a Rússia e a Ucrânia fez com que cerca de 6,5 milhões de ucranianos fugissem de suas casas e comunidades com medo de serem vítimas de bombardeios russos a cidades ucranianas.

De acordo com estimativas da Comissão Europeia, cerca de 3,5 milhões de pessoas, principalmente mulheres e crianças, porque a lei marcial impede que os homens mais velhos deixem o país, deixaram a Ucrânia para outros países da União Europeia; a maioria está concentrada na Polônia, cerca de 2,1 milhões, segundo dados da Organização Mundial da Saúde.

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A evacuação dos mexicanos

Como parte do êxodo de milhões de pessoas que fugiram da Ucrânia, pelo menos 200 mexicanos que viviam em território ucraniano já conseguiram cruzar a fronteira para fugir para outros países como Polônia ou Romênia.

Por outro lado, o Governo do México, chefiado pelo presidente Andrés Manuel López Obrador, enviou dois aviões da Força Aérea Mexicana para evacuar os nacionais que conseguiram escapar da guerra e desejavam retornar ao nosso país.

O primeiro voo pousou em território mexicano em 4 de março com 44 mexicanos e mulheres, 28 ucranianos, sete equatorianos, um australiano e um peruano. O segundo avião chegou em 16 de março ao aeroporto da Cidade do México com 24 conterrâneos e mulheres, 33 ucranianos e cinco peruanos.

Ucrânia pede ajuda ao mundo

Desde o início da invasão do exército russo, o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, lançou vários apelos à comunidade internacional, principalmente aos Estados Unidos e à OTAN, para enviar ajuda aos ucranianos para se defenderem do ataque russo.

O presidente ucraniano pediu às nações que endureçam as sanções econômicas contra o Kremlin, além de pedir a países como Estados Unidos, membros da União Europeia e até México, que enviem armas e ajuda humanitária.

Ainda em 20 de março, o presidente Zelensky alertou em entrevista à CNN que, se as negociações com a Rússia que estão ocorrendo na Bielorrússia falharem, isso poderá levar ao início da terceira guerra mundial.

Sanções contra a Rússia e a posição do México

Após o início do conflito entre a Rússia e a Ucrânia, os Estados Unidos e seus aliados impuseram severas sanções econômicas contra o Kremlin para forçá-lo a se render e interromper sua incursão em território ucraniano. Essas sanções incluem:

Por outro lado, o governo mexicano rejeitou a possibilidade de impor sanções econômicas à Rússia, e ainda nesta quarta-feira, 23 de março, quase um mês após o início da guerra, parlamentares de Morena, do PT, do Partido Verde e um do o PRI Instalaram o grupo de amizade México-Rússia na Câmara dos Deputados.

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Retaliação contra a Rússia

A invasão do exército russo na Ucrânia não só gerou duras sanções econômicas contra a Rússia e Vladimir Putin, mas também fez com que aquela nação fosse praticamente exilada de alguns dos eventos esportivos mais importantes do mundo.

Em resposta à ofensiva russa, a FIFA decidiu expulsar a equipe russa da Copa do Mundo Qatar 2022, enquanto a Fórmula 1 (F1) anunciou que não disputaria o GP da Rússia, além do fato de a equipe Haas ter demitido o russo piloto Nikita Mazepin e um patrocinador russo.

O mundo do tênis também entrou em ação, cancelando os torneios ATP e WTA que seriam realizados em Moscou em outubro deste ano, além de proibir a Rússia e a Bielorrússia de participar das eliminatórias da Copa Davis e Billie Jean Cup. King.

número de mortos

Somente no primeiro dia do conflito entre a Rússia e a Ucrânia, que começou em 24 de fevereiro, pelo menos 107 pessoas morreram e cerca de 169 ficaram feridas, confirmaram as autoridades ucranianas, que esclareceram que as vítimas eram tanto russos quanto ucranianos.

Segundo dados do Escritório de Direitos Humanos das Nações Unidas, até 20 de março, 945 mortes de civis haviam sido registradas durante os bombardeios realizados pelo exército russo; enquanto de acordo com informações da agência Reuters, após um mês de conflito há mais de 20.000 mortos, entre civis e soldados.

Por outro lado, o Estado Maior das Forças Armadas da Ucrânia informou através de sua conta no Twitter que entre 24 de fevereiro e 23 de março registrou a perda de 15.600 soldados russos; Até hoje, não é possível definir um número exato de baixas deixadas pela guerra.

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