Sabatina do Correio abre espaço para candidatos presidenciais; Veja detalhes

Postado em 26/05/2022 05:52 / atualizado em 26/05/2022 05:53

    (Fonte: Reprodução/Internet)


(Fonte: Reprodução/Internet)

Presença confirmada no sábado de publicar A senadora Simone Tebet (MDB-MS) com pré-candidatos à presidência destacou a importância desses encontros para mostrar aos eleitores que há opções sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irem além de pesquisas de opinião pública. intenção de voto.


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(Foto: Editor de Arte)

“Dada a atual polarização no Brasil, as pesquisas mostram que a maioria das pessoas escolhe entre dois nomes e escolhe o candidato que considera ‘menos ruim'”, destacou o candidato presidencial. “Não é assim que se constrói a democracia. Não é assim que se constrói o futuro de uma nação. Debates e audiências permitem que os eleitores conheçam melhor os candidatos ao Planalto (ou pré-candidatos) e decidam em quem votar no país a partir de ideias e passos concretos”, ressaltou.

Tebet é um dos sete nomes já confirmados no sábado, que acontecerá na manhã e tarde da próxima terça-feira na sede do jornal. O evento será transmitido ao vivo no site e em todas as redes sociais publicar.

Cada participante tem aproximadamente 50 minutos para responder perguntas sobre segurança pública, saúde, educação e economia do país. As perguntas são formuladas pelos jornalistas do Correio ou enviadas pelos leitores pelo site do jornal.


Saldo

A dinâmica dos debates ao vivo, em que um pré-candidato pode colocar a questão a outro, não ocorrerá. Apenas os jornalistas realizam inquéritos e é definido um tempo para resposta.

Segundo especialistas, esse formato é essencial para colocar o eleitor na visão de cada pré-candidato. “O debate ao vivo se transforma em chavões, ataques ao rival. No sábado há uma chance maior de ter uma discussão mais aprofundada e equilibrada, aumentando a transparência e a prestação de contas de cada candidato, principalmente em questões que são importantes para os brasileiros desta época”, disse Maurício Santoro, cientista político e professor de Relações Públicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

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Graziella Testa – professora da Fundação Getulio Vargas (FGV) e da Escola de Políticas Públicas e Governo (EPPG) – destacou dois elementos que servem de base para a escolha do eleitor: o plano de governo e as audiências ou debates. “Quanto mais informado para tomar a decisão, mais democrático é esse processo. O processo de democracia passa pela consulta”, enfatizou. “Os gregos consideravam o direito de opinar e participar do debate tão importante quanto votar. É essencial que essa troca ocorra. Vivemos em uma época em que o debate é muito fraco”, acrescentou.

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